O mundo de JPFOX. Tecnologia do Blogger.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

7 coisas de 2011 para esquecer...

O ano de 2011 está acabando e certamente muitas coisas boas aconteceram na sua vida. Mas como nem tudo são flores, listei 7 coisas que sinceramente gostaría de esquecer e começar 2012 do zero.

1 - A banda de maior sucesso em 2011 foi o Restart.


2 - Morreu tanta gente boa, mas Sarney continua firme e forte.


3 - Lançaram outro filme da série Crepúsculo.


4 - Charlie Sheen saiu de Two and a Half Men.


5 - Os maus policiais ainda estão infiltrados entre os bons.


6 - O Brasil já é a sexta economia do mundo, mas a pobreza e a desigualdade continuam.


7 - O Cruzeiro lutou contra o rebaixamento até a última rodada do Brasileirão.


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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Nunca serão...

Faltando pouco mais de um ano para a tal data do fim de tudo e vendo o que ainda acontece no Brasil, me pego vendo esse vídeo do Gabriel Pensador que poderia ser criado tanto em 1500 como em 2011.


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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Nunca termine com um desejo de criança

Quem nunca sonhou ou desejou ser um super herói e ter grandes poderes para ajudar as pessoas e garantir a tranquilidade do mundo? Na infância assistia Jaspion, Chengeman, Jiban, Giraya e sonhava com o dia em que os meus super poderes chegariam e assim poderia acabar com toda maldade do mundo e levar alegria a todos. O tempo foi passando e os poderes claro não apareceram. Hoje já adulto não vejo problema ou sinto algum prejuízo nisto que poderia ser interpretado como perda de tempo. Pelo contrário, o sonhar só me fez bem. Quem dera fosse possível voltar no tempo e fazer tudo de novo. Sonhar em fazer o bem, querer o bem e ter no sorriso dos outros a recompensa pelo ato oferecido. Toda criança sente isso. Toda criança deseja isso. Nunca termine com um desejo de criança.

Assista o vídeo abaixo e entenda o por que destas palavras.


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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Não mudem o facebook!

Vendo o vídeo que linkei neste post surgiu a ideia do que escrever. Em tempos de duas vidas: uma virtual e outra real surgiram outros anseios e necessidades. Outrora reclamavamos do ônibus que demorava a passar ou da fila que era imensa e nunca chegava a sua hora. Ou dos preços dos mantimentos que nunca estavam em conta, ou seja, coisas básicas e realmente necessárias para uma vida terrena tranquila e pacífica.

Hoje em dia com o advento da vida virtual nos deparamos com novos "inconvenientes" que nos "revoltam" tanto ou mais do que na vida real. No meio da década passada surgiu com força total o orkut e todo mundo pulou dentro da ideia. Anos depois o mesmo foi renovado e mudou de cara. Parecia que surgia ali a 3a Guerra Mundial. Usuários se revoltaram em cada canto deste país. Falo especificamente no caso do Brasil, pois segundo números, somos um dos países no mundo que mais utiliza (ou utilizava) esta rede social. Diversos programas posteriormente mudaram de cara e a cada mudança, uma nova revolta é causada. A onda do momento é o Facebook e as diversas mudanças na vedete das redes sociais revoltaram o amigo abaixo e muitos outros. Mas será que tal raiva faz sentido?

Enquanto isso o ônibus continua chegando atrasado e mais que isso, lotado. A fila ainda está imensa e mais que isso, com senha e limitada. E os preços? Os preços... ah deixa pra lá.

Assistam o vídeo e fiquem com a frase: "Seria trágico se não fosse cômico!"



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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Sobre a nossa felicidade...

Felicidade. Tá aí uma coisa que não se pode comprar. Não achamos na esquina mais próxima, nem no supermercado daquele shopping caríssimo. Não está em objetos, no dinheiro, tão pouco nas outras pessoas. A nossa felicidade está no último lugar em que todos procuram, ou seja, conosco mesmo. Isso se prova com nossas ações, concepções, ideias e mais importante com nosso amor próprio. A felicidade não está lá, está cá. Seja feliz e deixe os outros serem felizes. Simples assim.

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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Coisas corriqueiras

Bar
Uma cerveja
Alegria
Balada depois
Ir embora de carro
Tragédia anunciada

Cracolândia
Uma pedra de crack
Vício
Desistência da vida
O Estado vê tudo
Nada acontece

USP
Um cigarro de maconha
Normal
Todo mundo faz isso
Polícia chega
Caos formado

Para mim as estrofes se resumem na ordem em: consciência, descaso e irracionalidade. E para você?

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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Somos 7 bilhões no mundo, mas...

1 - Ainda nos sentimos sozinhos quando mais precisamos de apoio.

2- Ficamos no meio de uma multidão, sem sequer dar ou receber um simples "bom dia".

3- Temos vários amigos em redes sociais, mas quando na rua o encontramos nem uma troca de olhar acontece.

4- Nos tratamos como se únicos fossemos, queremos aniquilar o adversário como em uma guerra.

5- Sempre estamos certos em nossas convicções, pois a opinião dos outros 6.999.999.999 não faz diferença.

6- Sem nos dar conta somos quase todos "autistas" deste mundo, pois nossa companhia nunca é dispensada.

7- Vemos o filme Náufrago" e inconscientemente gostaríamos de estar na pele de Tom Hanks.

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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Comemorar mortes como gol do time do coração

O gol é o momento sublime do futebol. Ainda mais quando é do seu time do coração em final de campeonato. Neste instante você extravassa, pula, grita, chora e o coração bate acelerado de tanta emoção. Não há como descrever tal sentimento.

Uma comemoração muito parecida vem se tornando comum nos dias de hoje. A comemoração de mortes. Primeiro foi Saddam, depois Bin Laden e agora Khadafi. Três mortes muito comemoradas pelo mundo afora. Tratavam-se realmente de monstros sem nenhum escrúpulos, que para conseguir seus ideais foram até as últimas consequências, mas que não exime o estranhamento em comemorar seus óbitos.

A desculpa usada por todos é que o mundo se tornará bem melhor sem estas figuras soltas por aí, mas o que se vê na realidade é que nada ou quase nada mudou ou mudará. Tais homens tem seguidores que pensam igual ou até mais perversamente que eles. Estes parecem estar na espreita só aguardando o momento de agir e começar tudo de novo. Além destes discípulos, outros crápulas estão espalhados pelo mundo e matar todos eles seria tarefa muito difícil. Comemorar tantos gols assim só juntando os de Pelé e Romário num mesmo documentário.

O mundo está mudado. O verbo comemorar sempre esteve ligado a contemplação, alegria, contentamento, etc. Hoje soa mais como alívio, vingança, ódio e outros sentimentos não tão bons.

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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Zé Fidalgo: um corno conformado

Zé Fidalgo nunca foi muito afeito aos serviços originalmente pensados para um homem. Em sua casa, no máximo trocava lâmpadas ou instalava gás para sua mãe, e isso com muita dificuldade e choradeira. Zé Fidalgo um dia conheceu Norma namorando-a por longos 5 anos até que se casaram. Norma já sabia muito bem quem era Zé Fidalgo. Um cara muito competente na sua área de atuação, mas uma tragédia dentro de casa.

Como Zé Fidalgo ganhava bem em seu trabalho, não foi difícil comprar aquela casa dos sonhos totalmente montada e quase toda mobiliada e equipada. O sujeito não precisou fazer sequer uma instalação elétrica ou colocar um pia no banheiro. A casa está ali, pronta e perfeitinha, no jeitinho de morar.

Com o tempo foram aparecendo os primeiros probleminhas. Uma goteira ali, uma infiltração acolá, um fio dando curto, o chuveiro parando de funcionar. Água saindo somente na pia da cozinha, pois as outras vazaram sem parar. Um caos tremendo. Por essa e por outras já estava se tornando situação corriqueira Norma reclamar com o marido. Ele por sua vez sempre dava a mesma resposta.

- Chame um desses caras "faz tudo" que ele conserta. Ele resolve. Não tenho tempo. Não mexo nisso...

Diante disso Norma resolveu arregaçar as mangas e tentar solucionar com seus próprios métodos todo aquele pandemônio que se apresenta numa casa semi-nova e que está prestes a explodir. Pegou a lista telefônica e ligou para vários serviços de "faz-tudo". Homens sarados e viris que com certeza resolveriam os problemas da casa. Esqueci de mencionar que Norma também não era muito bem recompensada em seus desejos sexuais. Zé Fidalgo como o próprio nome diz era fiel a seu trabalho e suas convicções. Gostava de tudo certinho e arrumado, mas mandar era a sua especialidade. Carinho para a esposa, só depois de muitos pedidos.

Com o tempo Zé Fidalgo foi notando que os problemas da casa iam desaparecendo e a normalidade pairava no ar. Norma já era uma mulher mais feliz e diferentemente de antigamente já se via frequentando a rua mais vez, coisa impensada em outros tempos. A vida começava a melhorar.

Zé Fidalgo começou a notar que sua fatura de cartão de crédito e até mesmo a conta conjunta que tinha com a esposa sempre estava mudada. O marido trabalhando muito e sem ligar para a casa e esposa. A esposa sempre feliz e a casa em ordem. O que estava acontecendo? Havia algo de errado naquele lugar. Não mais aguentando de tanta curiosidade, Zé Fidalgo prensou a mulher contra a parede e a perguntou:

- Norminha meu bem, o que está havendo? A casa está em ordem, você muito mais feliz e eu nada tive a ver com isso. Me explique essa mágica querida.

- Fidalgo, meu benzinho, não tem mágica nenhuma. Você não me disse pra chamar o cara, eu chamei. E não só um, vários de diversas especialidades e serviços.

Zé Fidalgo se virou, entrou no banho, foi dormir e nunca mais indagou sua mulher sobre esses assuntos. Hoje vivem feliz cada um a seu modo e jeito. Zé Fidalgo com sua fidelidade ao trabalho e Norma se utilizando dos serviços dos "caras" para ser feliz.

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sábado, 1 de outubro de 2011

O Rock in Rio é só do Rock?

Passada a primeira semana do Rock in Rio uma polêmica surgiu quando a cantora baiana Cláudia Leite esbravejou em seu blog contra as críticas recebidas pelo seu show e até comparou os roqueiros que não gostam de axé a Hitler. Acho que a loirinha pegou pesado, mas a partir daí surgiu a pergunta: O Rock in Rio é só do Rock?

Nas edições anteriores do festival, o rock claro foi o carro chefe, mas as misturas nunca deixaram de acontecer. Antigamente tais misturas pecavam na feitura do calendário de shows. Certa vez Carlinhos Brown fez o seu show no mesmo dia do Sepultura. Imagina o que rolou. Vaias e mais vaias para o baiano. Errado isso, mas fácil de entender. O público que lá estava naquele dia era formado exclusivamente por roqueiros e mais que isso: metaleiros da pesada.

Noto hoje que o calendário de shows foi melhor idealizado, pois Cláudia Leite tocou no mesmo dia de Katy Perry e Rihanna, ou seja, o público é quase o mesmo. Quem curte axé, quase sempre gosta de um pop gringo.

Concluindo acho que as misturas devem acontecer, mas com cuidado na hora da elaboração da agenda. O Rock in Rio é Rock só no nome, pois o ideal do festival é misturar e juntar as tribos musicais. Na verdade, quem leva essa onda de dinheiro e IBOPE para o Rock in Rio é o público do pop. Os roqueiros são mais reservados no que tange à divulgação e euforia. Guardam as forças para a hora do show.

O negócio é curtir o que rolar e respeitar o que não gostar. Não existe música boa ou ruim, mas sim gostos musicais variados.

Obs: Sou da turma do rock e espero ansioso por System of a Down!

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sábado, 24 de setembro de 2011

Indignação às avessas

 
Que o brasileiro ama o futebol tudo mundo já sabe. Que o torcedor faz de tudo por seu time também não precisa dizer, mas ultimamente isso tem tomado contornos doentios e violentos. É só o time parar de vencer e despencar na tabela que alguns torcedores se mobilizam e parte para aeroportos, sedes administrativas e centro de treinamento das equipes. Quando muito até agridem jogadores seja verbalmente ou mesmo fisicamente. Uma atitude animalesca e sem noção.


Esse mesmo torcedor que vai para as ruas e fica indignado com a situação do seu time, assiste com passividade os reais problemas de sua comunidade, cidade, estado e país. Para ele pouco importa se a água do rio esté descendo ou subindo. Se a saúde está ruim é problema dos outros. Se a educação está um caos, façam alguma coisa. Se a corrupção continua assolando o país, não quero nem saber. Este torcedor está mesmo muito preocupado é com a tabela de classificação do Brasileirão. Quem seu time vai pegar na próxima rodada. Qual será o próximo treinador do time... esses parecem ser temas bem mais relevantes do que os citados acima.

É incrível como em nosso país se superdimensiona algumas coisas em detrimento de outras. Quem dera houvesse tanta revolta e indignação em assuntos que realmente tem importância real em nossas vidas. Assim poderíamos viver melhor e curtir com muito mais afinco e emoção as alegrias que por ventura nosso time for nos proporcionar.

Quem sabe um dia...

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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Pendurando as chuteiras...

Já estou num desânimo só com a situação do meu time na tabela do Brasileirão e ainda me aparece esse vídeo. Jogadores do Fortaleza quase implorando para com Aloízio do CRB por mais um gol... É ou não é para pendurar as chuteiras e ir jogar peteca?


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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Saudades do pequeno Juninho

Não nasci em berço de ouro
Não tinha videogame, nem sequer computador existia
Não tinha brinquedos caros, jogava bolinha de gude e soltava pipa
Não tinha nem calçamento na minha rua

Assistia Jaspion e Chapolin
Ouvia Blitz quando nem falar sabia
Lia jornal e revista, estudava mapas de todos os lugares
Criava histórias sem pé nem cabeça

Hoje todos tem computadores em casa
Na escola há livros e cadernos para todos
Tudo ficou tão fácil e prático
Nem é necessário saber ler e escrever para se dar bem

A galera hoje ouve Luan Santana e Justin Bieber
Pergunte o que o Blitz... vão dizer que é batida policial
Pergunte o que é Jaspion... algum robô japonês de última geração
Ler... nem pensar. Só mensagens escritas em internetês diretas do MSN

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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Gol contra de Minas Gerais

Estamos há pouco menos de 1000 dias da Copa do Mundo e meu estado: MG, foi escolhido para abrigar a festa com mais pompa e circunstância contando com a presença da Presidenta Dilma e do Rei Pelé. Ao lado dos dois o governador Anastasia, figura atuante nesta empreitada de levar Belo Horizonte a ser cidade de abertura da Copa, mas que por outro lado parece não dar a mínima para os mais de 100 dias de greve dos professores estaduais.

A grande preocupação com a Copa do Mundo e a passividade com a qual é tratada a greve dos professores é uma incoerência sem tamanhos, pois os professores já sofrem há anos e quase nada é feito. Não só no que tange a remuneração, mas também condições aceitáveis de trabalho. A maioria das escolas estão depredadas, falta segurança, material de apoio aos educadores e a clientela que chega está a cada dia mais arredia. Escolher ser professor como profissão está virando motivo de chacota nos dias de hoje.

Neste pequeno trecho de discurso, o Senador Cristovam Buarque cita os assuntos que abordei e faz indagações interessantes sobre a relação entre Copa do Mundo e Educação. Acompanhe:


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A Shakira Afrodescendente

Em tempos de redes sociais bombando e que qualquer pessoa pode ter seus 5 mintuos de fama,  novos talentos podem passar desapercebidos em meio ao emaranhado de vídeos, fotos, textos e demais formas de expressão soltos por aí.

Diante de tudo isso encontrei dentro da minha família um exemplo disso: Niala (cunhada por mim como Shakira Afrodescendente), embora ainda envergonhada e querendo me matar por fazer isso, solta a voz com a música Famosa (paródia de Billionaire de Travie McCoy). O que no momento é só uma brincadeira, pode ficar sério e lucrativo... estamos aí hein prima! Confira:


Conheça mais sobre seu trabalho:
Twitter: @nialafidelis

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sábado, 17 de setembro de 2011

O que fazer com um viciado em twitter?

Diversas pessoas atualmente, inclusive o que vos escreve, sofrem deste "mal" chamado twitter. Este vídeo mostra o drama que pode acometar às famílias que por ventura tem entre seus entes queridos um usuário fervoroso desta "droga" devastadora. Acompanhe:


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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

A voz do rádio pode levar ao lugar mais alto

Eram meados dos anos 80 e na impossibilidade de ir ao Mineirão, o jeito era recorrer ao radinho de pilha. Ver o Cruzeiro pela TV só em finais ou em jogos contra os grandes do eixo malígno (SP-RJ). A paixão pelo azul cresceu congenitamente e com a grande ajuda de um vibrante, do mais vibrante locutor esportivo do Brasil: Alberto Rodrigues.

Foram inúmeras emoções e gols inesquecíveis narrados por sua voz inigualável. Às vezes achava e ainda acho que ele empurra o Cruzeiro. Quando Alberto está desanimado pode saber que o Cruzeiro fracassará. A sua energia emana da cabine e penetra na camisa azul como um choque elétrico, uma bomba propulsora que leva até mesmo o "perna-de-pau" a se tornar craque.

O narrador dos apelidos e jargões jamais ouvidos agora figura como possível Presidente do Cruzeiro. Uma novidade que pode salvar o time do marasmo que o mesmo se tornou desde 2003. Temos um pseudo-rival que através de sua ruindade ainda nos mantém no topo de Minas mesmo sem títulos expressivos. O @maisvibrante pode trazer esse vontade de ganhar de volta. A gana por levantar taças que há muito não vejo. O radinho de pilha pode perder uma voz, mas o Cruzeiro ganha a vibração de um campeão. Essa pode ser a saída para um clube que quase se transforma em empresa exportadora e que agora vê nas ondas do rádio, um oceano de novas conquistas.

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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Qualquer um joga na Seleção...

Nasci em 1980. De lá pra cá vi diversos craques ostentarem a amarelinha. A primeira Copa do Mundo que acompanhei com mais consciência foi a de 1990, consequentemente perdi Pelé, Zico, Garrincha, Rivelino, Tostão, entre outros. Graças ao bom Deus existem os VTs e estes me permitiram apreciar tão belas jogadas e lances espetaculares que estes monstros nos proporcionaram.

Nestes meus 31 anos considero Romário o maior jogador que vi jogar. O cara era completo. Artilheiro como ele é difícil aparecer de novo. Aquela pequena área era como sua casa. A bola chegava e com uma tranquilidade que somente os grandes craques tem, o Baixinho, também chamado de Peixe, botava a bola no chão, entortava dois jogadores e empurrava a bola pras redes com extrema sutileza, digna do gênio que era.

Hoje a coisa é diferente. A camisa verde e amarela se banalizou. Basta o cara dar dois bons chutes pro gol ou fazer uma jogada de efeito e aparecer nos gols do Fantástico para ser cotado à Seleção. A partir deste momento a mídia começa a fazer pressão e PUMBA! Tá lá o cara com a amarelinha. Camisa esta pesada que deveria ser usada por uma gama pequena de jogadores, mas que nos dias atuais qualquer Zé Mané pode se vangloriar por vesti-lá.

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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Síndrome de Charlie Harper

Ah como queria eu ser como Charlie Harper. Não se preocupar com o dia seguinte e com o que as pessoas pensam a respeito.

Ah como queria eu ser como Charlie Harper. Viver a vida como bem entender pagando com dinheiro por todas as extravagâncias e devaneios que me vier à telha.

Ah como queria eu ser como Charlie Harper. Ter uma mulher a cada noite com o coração tão frio que nem sequer um número de telefone me deixe curioso a saber mais sobre ela.

Ah como queria eu ser como Charlie Harper. Cantar jingles infantis sem gostar de crianças e ainda assim receber "rios de dinheiro" por isso.

Ah como queria eu ser como Charlie Harper. Morar numa mansão à beira-mar com uma carrão do ano na garagem pronto pro que der e vier.

Ah como queria eu ser como...

Agora não dá mais. Charlie Harper morreu e dificilmente irá voltar. Uma pena. Mais um sonho que nesta vida não realizarei. Mais um...


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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

31 anos...

São três décadas e um ano. Às vezes acho isso muito, outras tantas acho pouco. Não sei se velho estou ou experiente vou ficando. Sei mesmo é que a vida vai passando diante dos olhos e muitas vezes só assisto a isso tudo. Não devia ser assim. Devia pegar o trem da vida e partir sem medo de ser feliz. A felicidade que não só eu busco, mas sim todos os mortais. A felicidade que pode estar bem na nossa frente e nós nem damos fé. 1980 foi o começo de tudo, 2011 é o presente, o futuro a Deus pertence. Não vou falar que esperarei pra ver o que vai acontecer, pois passivo não posso ficar. Após 31 anos a pulguinha atrás da orelha não pára de me atazanar.

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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Quando menos se espera, lá está ela...

Ela não marca horário na sua agenda
Nem sequer liga avisando
Quando menos se espera, lá está ela...

Ela não se importa com a sua opinião
Suas crenças ou anseios
Quando menos se espera, lá está ela...

Ela pode chegar de mansinho ou arrebatadora
O certo é que vem uma hora ou outra
Quando menos se espera, lá está ela...

Ela leva seus parentes e o que nunca viu mais gordo
Pode ser acidental ou criminal, não importa
Quando menos se espera, lá está ela...

Ela é soberana, só não pode com a vida
Sua capa é negra, silencia a agonia
Quando menos se espera, lá está ela...

Ela pode ser chamada de morte
Alguns a chamam por agonia
Quando menos se espera, lá está ela...

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terça-feira, 23 de agosto de 2011

A hora e a vez de Dudu

Ultimamente o torcedor cruzeirense não está tendo muitos motivos para comemorar, mas um alento surge no momento em que o garoto Dudu (@dudu155) volta da Seleção Sub-20 com o título mundial no peito e com um "no hall" de grandes atuações, gols, mesmo não sendo titular da equipe. Em todas as vezes em que o menino Dudu entrou nas partidas mostrou muita habilidade e velocidade.

Esperemos que Papai dê novas chances ao jogador e saiba aproveitar tudo que o jogador pode render dentro de um jogo. Pode aí estar nascendo um craque do futebol brasileiro. Tenhamos cuidado nas comparações, mas se bem tratado Dudu pode dar muitas alegrias à torcida azul-celeste. Tomara que a diretoria não pense em revelá-lo para ganhar euros no futuro, mas sim para render títulos e alegrias para o Cruzeiro.

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quinta-feira, 28 de julho de 2011

O futebol dá sinais de vida

Já vinha desistindo mesmo do futebol. Era desânimo atrás de desânimo. Do que valia aquele jogo que as cartas já estão marcadas. Não nos resultados, pois ainda nos sobram graças a Deus atletas com culhões, mas nos bastidores a dinheirama rola solta e o nosso ninguém entrega. Para nós somente chega a conta de um estádio que nem existe ou de um tijolo que no final custará R$ 96,00. Aquela noite parecia o fim. Meu time já perdia mais uma vez jogando um futebol pifío e retranqueiro, fugindo totalmente de suas origens. Quando apanhei o par de chuteiras para aí sim pendurá-las de vez, ouço uma vinheta global a me chamar para a última tentativa, o último suspiro, o último sangue de torcedor que insistia em resistir naquele coração cansado de sofrer com essa droga do bem chamada futebol. E não é que deu certo. Os deuses do futebol fizeram sua parte e salvaram a vida de muitos e muitos amantes do futebol ainda vivos por esse mundo de meu Deus. Foram nove tentos anotados, sem contar com uma magia que pairava no ar de um terreno que antes já foi do Rei e que agora figuram estranhos sujeitos de cabelos esquisitos e outros dentuços. Ainda bem, pensei que tudo tinha se acabado. Por em quando só dei meia-volta, ainda com uma pulga atrás da orelha, no máximo já ganharam um voto de confiança. Tomara possamos ver isso de novo. O velho Garrincha deve ter brindado um ardente copo de cana-de-açúcar com algum amigo de fé esteja ele onde estiver. Viva a pré-ressureição do futebol.

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sexta-feira, 15 de julho de 2011

Isto é uma guerra

Nos tempos de colégio me fascinava e ainda fascina estudar sobre as diversas guerras que tivemos no decorrer da história da humanidade. As duas maiores nomeadas como 1a e 2a detonaram países, mataram milhões e inauguraram um perigoso e terrível mercado nuclear. Hoje temido em todo o mundo.

Atualmente temos guerras isoladas, por brigas de território, crenças religiosas, etc. Uma "guerra" que passa desapercebida diante dos nossos olhos é a nossa "guerra" diária pela sobrevivência. Uma guerra que nos leva o pouco dinheiro, a saúde debilitada e até mesmo pode custar nossas vidas.

O ciclo funciona da seguinte forma: você estuda com muita dificuldade, se forma pagando a faculdade aos trancos e barrancos e o tão almejado emprego é conquistado. A vida começa a melhorar. Na outra ponta há aquele que a sorte e/ou competência não bateu a sua porta. Não quis ou não teve chance de ter uma instrução decente, não consegue sequer arrumar bicos "meia-boca" para suprir sua sobrevivência e a dos que o cerca. Sendo assim o mundo do crime aparece como um caminho a seguir. Está assim formado os dois pelotões desta guerra.

Dito isso estamos sobre "guerra". A guerra dos que se protejem, contra os que atacam. Uma guerra covarde, pois o primeiro lado nunca sabe quando, onde e como o outro vai atacar. Somado a isso o detalhe que o segundo tem um arsenal bem maior que o primeiro. Seu exército é bem mais preparado e a sua organização é algo que salta aos olhos. Não há como vencê-los. O primeiro conta com um pseudo-apoio de um pelotão chamado Polícia, mas este às vezes se mostra desprovido de eficácia de ajudar. Em alguns momentos coopera até com o pelotão dos que atacam. Uma notória troca de papéis.

Então prepare-se. Você faz parte disso tudo. É um soldado na missão de proteger você e seus entes queridos. Esteja em seu posto. O inimigo pode estar mais perto do que pensa. Isto é uma guerra!

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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Coitado do Waldemar!

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sábado, 9 de julho de 2011

Até quando?

Você que tira um pouquinho que seja do seu tempo diário para ler, ouvir e/ou assistir a um jornal deve ficar se perguntando: estão requentando notícia velha ou aconteceu de novo? Na maioria das vezes a segunda opção é a correta. No Brasil as coisas vão acontecendo na frente de nossos olhos sem que façamos nada. Tudo se repete dia-a-dia e ninguém se mexe. Quando este alguém (Justiça), se mexe, na maioria das vezes é com penas brandas e patriarcais, dando a entender que o erro cometido não é, nem foi tão grave assim, dando ao infrator a chance de recomeçar de onde parou. Refazer a maldade. Roubar de novo. Matar de novo. E a assim a sina continua, o ciclo nunca pára e a gente vai ficando por aqui, sem entender e pensando que as notícias dos jornais são como novelas que vão e vem sempre com a mesma história. Até quando?

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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Os males da modernização do futebol

Quando criança o que mais me fascinava em um jogo de futebol era ver a torcida lotando o Mineirão com mais de 100 MIL PESSOAS e apoiando o time com todo afinco e emoção. Todos se ajeitavam em seu lugarzinho e nada de mais grave acontecia. O estádio chegava literalmente a tremer, coisa assustadora para um medroso menino como eu que via toda aquela multidão com grande enstusiasmo. Os jogadores soavam em campo e a torcida idem. Era um sentimento impressionante.

Naquele tempo quase todos os torcedores traziam consigo um radinho de pilha, indispensável para acompanhar o jogo com mais riqueza de detalhes. Era raro assistir um jogo em casa pela TV. Somente eram transmitidos as finais e/ou jogos mais decisivos, PPV era coisa impensável naquela época. Alberto Rodrigues e Willy Gonser da Rádio Itatiaia de Minas Gerais eram ídolos de cruzeirenses e atleticanos, mais até do que muitos jogadores. O rádio trazia o torcedor para o campo de jogo, mesmo que este estivesse a km e km de distância.

Hoje os estádios encolheram. Onde já presenciei 132 mil pessoas há um amontoado de concreto que dizem caberá na Copa do Mundo somente 70 mil pessoas acomodamente sentadas e com lugares numerados, como se robôs fossem. Levantar não, pular nem pensar, sentar no lugar do outro NECA! O futebol de hoje é muito CERTINHO, muito (DES) ORGANIZADO. A emoção das torcidas morre a cada dia. Além dos altos preços de ingressos, os horários e a comodidade de assistir em casa esvazia dia-a-dia os campos.

Ir ao estádio hoje já não é mais necessário. Ter um radinho a mão para acompanhar as partidas tampouco. Com o PPV da TV paga você pode acompanhar todas as partidas no conforto da sua casa, com a cervejinha gelada e o tira-gosto a mão. E a emoção onde fica? E o seu grito de apoio ao seu time? Tudo isso ficou no passado. A modernização dos estádios e a tecnologia da informação mataram a emoção verdadeira e espontânea. 

Atualmente ser torcedor é ter TV de plasma para assistir o futebol e um sofá bem confortável para "vibrar" pelo seu time. Lamentável, mas é o presente que o mundo moderno reservou ao arcaico e emocionante jogo de futebol.

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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Montillo: a alegria do argentino voltou

Ele chegou cercado de desconfiança. Tanto por parte da torcida, quanto dele mesmo. Um país diferente, um futebol diferente, um clima diferente, uma língua diferente e muitas outras coisas. Já na estréia contra o São Paulo no Morumbi o cara arrasou e não parou mais de fazer boas partidas. Nesse ano começou com o freio de mão puxado, soltou na Libertadores e após a eliminação se abalou como todo time e parou de jogar. Com a chegada do novo técnico, Montillo voltou a sorrir e hoje é um sujeito muito mais alegre, tanto que deixou de comemorar com o já tradicional "cavalinho" e agora anda atacando de Axé (pegou pesado hein Hermano...). O português melhorou e o argentino não pára de sorrir e brincar atualmente.

Superação o cara já mostrou que tem de sobra, pois há meses atrás seu filho passou por uma cirurgia delicada e graças a Deus deu tudo certo e o garoto Santín se recupera bem. A cada jogo o argentino mostra que o bom futebol está voltando e suas jogadas em campo dão mostras que estou certo.
 
Avante Montillo!
Avante Cruzeiro!

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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Uma cachaça como pano de fundo

Subia a escadaria da Matriz de Nossa Senhora da Conceição da minha cidade num sol de inverno que me fez desfazer das duas blusas tão necessitadas nas madrugadas frias quando na porta da igreja uma cena me chamou atenção: um casal namorava tranquilamente sentado à escada tendo como pano de fundo uma garrafa de cachaça. O detalhe era que o casal era formado por duas mulheres e o clima de romance era público e notório. Em tempos de liberdade sexual e conquistas de direitos pelos homossexuais, nada como uma cachaça para esquentar o peito e os corações.

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quarta-feira, 29 de junho de 2011

O gigante voltará

No domingo vi o que muitos consideram a morte de um Gigante. Não foi uma morte, foi apenas uma queda anunciada e prevista, pois o Gigante há muito perambulava por uma ponte sem nenhuma segurança. Aprendi a gostar desse Gigante por causa de um Guerreiro que por lá deu sangue e alma. Depois com uma camisa azul mostrou tanto ou mais garra que pelas terras do tango. O Gigante caiu, mas voltará. Todo Gigante que se preze volta pra derrubar os adversários e mostrar que batalhas são perdidas, mas a guerra nunca. 

FORÇA RIVER!

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quarta-feira, 22 de junho de 2011

Há 25 anos...

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domingo, 19 de junho de 2011

Dizem que todo goleiro é doido ou viado

Esse do futebol do Reino Unido é...

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sexta-feira, 17 de junho de 2011

7 assuntos que você nunca verá ser discutidos nos esportivos da Globo e/ou Sportv


Vamos direto ao ponto sem mais delongas:

1 - Críticas à CBF e consequentemente ao seu "dono" Ricardo Teixeira. (com quem a Globo faz os contratos de transmissão)

2 - Contestação quanto a horários das partidas de futebol no Brasil. (claro a Globo é que decide todos os horários)

3 - Celeuma quanto à dissolução do Clube dos 13. (quem queria promover novos contratos com outras emissoras?)

4 - Adequação do Calendário Brasileiro ao Europeu. (como ficaria a grade da emissora se tal mudança fosse feita?)

5 - Imagens de falhas de arbitragem de Arnaldo Cezar Coelho, Renato Marsiglia, José Roberto Whrigt e Márcio Rezende de Freitas. (todos são comentaristas de arbitragem da emissora)

6 - Discussão quanto aos elefantes brancos que serão criados para a Copa do Mundo de 2014. (a Globo é a emissora brasileira oficial da Copa e uma das maiores interessadas na realização do evento)

7 - Explicação plausível e aceitável do por que quase todos os domingos temos jogos de Flamengo e/ou Corinthians transmitidos para todo o Brasil. (os outros torcedores que se fodam)

Quem se lembrar de mais asssuntos pode acrescentar sem dó nos comentários.

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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Homenagem do Alex Talento ao 61 anos do Maracanã

Hoje, 16 de junho de 2011, o Maracanã completa 61 anos. Infelizmente sou obrigado a dizer que aquele monte de concreto é hoje um estádio falecido, um estádio que não mais existe. Dará lugar a um novo estádio que em nada terá a ver com o romantismo outrora visto nestas seis décadas. Lamentável ver nossos dirigentes se deixarem levar por tudo que diz a dona Fifa fazendo assim que um símbolo do futebol brasileiro se vá de forma estúpida e gananciosa.

Prestando uma homenagem aos 61 anos do "falecido" Maraca, mostro uma obra prima pintada pelo "Talento Azul" Alex em 2003. São somente 7 segundos e sem áudio em forma de protesto do futebol arte em resposta às mazelas do mundo moderno.

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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Como resolver o problema dos pais fanáticos por futebol

Acabou aquela história desagradável de você torcer para um time e o piralho do seu filho resolver torcer para o outro. Quem sofre disso sabe como é ruim o seu pimpolho usar a odiável camisa do rival na sua própria casa e ainda o zoar sem que você possa lhe dar "tapas" sem culpa. O aplicativo BandSports Parental Control do canal por assinatura BandSports revolve este problema rapidinho. Basta instalar e pronto. Não há como o seu filho mudar de lado e matar você de vergonha.

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terça-feira, 14 de junho de 2011

O futebol ainda não morreu...

Esqueçam os ingressos de R$ 300,00. Nada de camarotes com globais ou patrocínio de cervejarias. Nem pensar em frescuras só encontradas em jogos de tênis. Muito menos da dona Fifa enchendo o saco querendo lhe ensinar a torcer. Depois de pensar que o futebol e seus torcedores haviam morrido, o grito da torcida do Sport Recife nos mostra que não. O futebol e consequentemente o nosso amor por ele ainda estão vivos nos corações calejados de sofrimento e devoção.

Viva o futebol!

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sexta-feira, 10 de junho de 2011

O dia em que o Cruzeiro entrou em campo derrotado e saiu como campeão do Brasil

Meu falecido pai que Deus o tenha estava bem pessimista com este jogo. Logo ele, cruzeirense doente, que não se deixava abater por qualquer tropeço azul e que gozava os rivais com toda vontade. A desconfiança vinda do meu pai não era atoa. O Cruzeiro empatará o primeiro jogo contra o Palmeiras em pleno Mineirão e tinha que vencer em São Paulo para conquistar a Copa do Brasil de 1996.

Você pode pensar assim: "vencer o Palmeiras em São Paulo não deve ser difícil". O que acontece é naquele ano o Palmeiras era disparado o melhor time do país. Tinha o melhor técnico, Vanderley Luxemburgo, o melhor elenco, com estrelas como Djalminha, Rivaldo, Luizão, Clébão, Junior, Cesar Sampaio, Muller, entre outros. Consequentemente era o time mais badalado. As redes de TV transmitiam até o treino do Palestra. Quando da final da Copa do Brasil, os comentaristas não fizeram rodeio para opinar sobre o favorito: Palmeiras é claro.

Das Minas Gerais vinha um humilde, mas raçudo Cruzeiro, comendo pelas beiradas e bem treinadinho pelo ótimo Levir Culpi. Falam que todo bom time começa por um bom goleiro e o Cruzeiro não tinha esse bom goleiro, mas sim o ÓTIMO, ESPETACULAR, MURALHA AZUL - DIDA. A defesa era comandada pelo experiente capitão Nonato, o meio tinha a categoria de Palhinha e o ataque era formado por Roberto Gaúcho e pelo "Flecha Azul" Marcelo Ramos.

O jogo começou a todo vapor com o Palmeiras pressionando e o Cruzeiro se defendendo como podia. Dida se virava e os chutões eram a melhor saída. Não demorou muito para o Palmeiras abrir o placar através de Luizão. O Cruzeiro custou a se acertar em campo e depois de várias tentativas frustradas do Palmeiras, o time azul empatou através de Roberto Gaúcho em falha espetacular de Amaral (queridinho do Brasil, jogador de Seleção e um dos boleiros mais feios que já se teve notícia).

No segundo tempo o jogo foi mais pau a pau. O Palmeiras criou o lance que culminou com uma das maiores defesas que vi Dida fazer com a camisa do Cruzeiro. Quando Dida não defendia ainda existia um pezinho salvador para salvar a bola das redes. O alviverde paulista já ficava nervoso, pois o gol não saia e num contra-ataque Palhinha quase marcou por cobertura. O lance fatal saiu por volta dos 35 minutos. Roberto Gaúcho caiu pela esquerda como ponta que era e num despretensioso cruzamento não segurado por Veloso, Marcelo Ramos aproveitou e mandou a bola pro fundo do gol. Notou-se um silêncio inacreditável por todo estádio, principalmente nas cabines de imprensa. Jornalistas não conseguiam explicar o que estava acontecendo. Todos ficaram perplexos, menos os cruzeirenses.

Meu pai e eu já não nos aguentávamos de tanto comemorar. Antes a desconfiança, agora a alegria da vitória. Um time antes desacreditado e humilhado por tudo e todos era CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL DE 1996. Um dos jogos do Cruzeiro que não me sai da memória. A partir deste dia tive a certeza que o futebol é o esporte mais inexplicável do mundo. O imponderável sempre pode acontecer. Sorte que desta vez ele estava do nosso lado.

Time base do Cruzeiro: Dida; Vítor, Gelson Baresi, Célio Lúcio e Nonato; Fabinho, Ricardinho, Cleisson e Palhinha; Marcelo Ramos e Roberto Gaúcho. Técnico: Levir Culpi.

Acompanhe todos os gols do Cruzeiro naquela Copa do Brasil. A imagem não é das melhores, mas o hino do Cruzeiro cantado por Samuel Rosa supre qualquer desconforto.

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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Sou do tempo do kichute

Era o calçado oficial da época. Nos anos 80 a febre dos kichutes estava a todo vapor no Brasil. Servia para ir à escola, ao campo de futebol, no casamento, no batizado, no shopping, no velório, ou seja, em todos os lugares. Era a moda da vez.

Alguns tinham cadarços enormes que precisavam ser amarrados até a canela. Calça-lo em um garoto nos dias de hoje e o mandar para a escola seria como condenar o pobre coitado a ser execrado por seu colegas, sendo assim alvo do termo do momento: o bullying.

Num tempo em que chuteira era um artigo caríssimo, impensável para um garoto de classe média baixa, o kichute era a "bola da vez". Atualmente, alguns estilistas até certo ponto loucos o utilizam em seus desfiles num revival inusitado.

Gostava muito de usá-lo no campo de futebol. Fazendo jus ao nome, o chute saía muito forte. As travas ajudavam com gramado molhado e a resistência do calçado era um ponto forte. O seu baixo custo fazia que logo quando um estragava, no outro dia você já estava com um novinho no pé.

Tempo bom aquele do kichute!

Fonte: Wikipedia

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sábado, 4 de junho de 2011

Torcedor é sinônimo de otário?

Desde quando vi rolando em minha direção um bola de futebol foi paixão à primeira vista. Aquela pelotinha mágica me conquistou e desde então não a largo mais. Depois veio o amor ao Cruzeiro, inspirado no Ailton pai (que Deus o tenha) e na magia que o manto azul celeste produz no ser humano. Só quem é cruzeirense sabe. Mas não estamos aqui pra falar disso e arrumar "brigas" clubísticas. O calo é mais embaixo.

Nas últimas semanas temos visto várias e várias notícias circulando pela imprensa a respeito da crise na Dona FIFA, a Dona da Bola no mundo. Compra de votos na escolla das sedes das Copas de 18 (Rússia) e 22 (Qatar), rede de influências, propinas e tudo que possa haver de necessário para manchar o já machado futebol. Na CBF a coisa não é diferente. O cartola maior Ricardo Teixeira é acusado (ainda sem comprovação) por diversas falcatruas (ainda sem comprovação), que isso fique claro, pois a empresa de processos no Brasil é o nicho do momento. Nos clubes a situação é a mesma: cartolas investigados, fazendo leilão com emissoras de TV, lucrando com negociações de jogadores, etc. Onde fica o torcedor diante de tudo isso?

O torcedor vai à campo, sofre pra conseguir seu ingresso, pega fila, chuva, recebe copinhos de urina pelas costas, pode ser assaltado, ter seu carro levado, pode apanhar da Polícia, mas ainda vai ao estádio. Por que tudo isso? Somos otários por agir assim? Gostamos de sofrer? A resposta é simples: todo torcedor na verdade ama o futebol e se espelha em seu clube de coração para expressar essa paixão. Quando falo torcedor, não me refiro aos babacões que já saem de casa para brigar e caçar confusões, mas sim do torcedor "doente" pelo seu clube. Que canta e pula os 90 minutos de partida e que depois de tudo isso vai para casa na vitória ou na derrota na maior paz.

A cartolada está doidinha para acabar com esse sentimento. O futebol e consequentemente o amor do torcedor por ele não pode nunca morrer. Isso é cíclico, é de pai pra filho. É amor pra vida toda. Respondendo ao título do post: não somos otários, somos apenas bobos que param tudo que estiver fazendo só pra ver 22 marmanjos correndo atrás de uma bola. Só isso.

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