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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Professor: uma espécie em extinção

Um texto que mostra como nossa sociedade vem tratando a questão da educação. Um retrato do destino do professor brasileiro.

No ano de 2.020, uma conversa entre avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação: 

– Vovô, por que o mundo está acabando? 

– Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo. 

– Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor? 

- Professores eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas. Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar. 

– Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios? 

– Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios. Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos. 

– E como foi que eles desapareceram, vovô? 

– Ah,foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedade. O vovô não se lembra direito do que veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito. Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação. Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados. Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa. Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos.Estes foram ensinados a dizer “eu estou pagando e você tem que me ensinar”, ou “para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você” ou ainda “meu pai me dá mais de mesada do que você ganha”. Isso quando não iam os próprios pais gritar com os professores nas escolas. Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo “gerenciar a relação com o aluno”. Os professores eram vítimas da violência – física, verbal e moral 

– Que lhes era destinada por pobres e ricos. Viraram saco de pancadas de todo mundo. Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse. “Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular”, diziam os pais nas reuniões com as escolas. E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os alunos passarem no vestibular. E lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de idéias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas.

- Mas vovô, e a Internet?

- Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e nunca mais ninguém precisou ir à escola para estudar a sério. Em seguida, os professores foram desmoralizados. Seus salários foram gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à profissão. Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor. As pessoas também se tornaram descrentes da educação, pois viam que as pessoas “bem sucedidas” eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol, pagodeiros, agiotas, traficantes, artistas de novelas da televisão, enfim, pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a sociedade.

Autor desconhecido

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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Tudo que vicia começa com C

Nunca inclui textos de terceiros aqui no blog, mas depois que li esse ficou impossível resistir. Acompanhe toda a narrativa e confira o dono da obra prima ao fim da leitura. Sinceramente, você não vai se arrepender.


Por alguma razão que ainda desconheço, minha mente foi tomada por uma ideia um tanto sinistra: vícios.

Refleti sobre todos os vícios que corrompem a humanidade. Pensei, pensei e,de repente, um insight: tudo que vicia começa com a letra C!

De drogas leves a pesadas, bebidas, comidas ou diversões, percebi que todo vício curiosamente iniciava com cê.

Inicialmente, lembrei do cigarro que causa mais dependência que muita droga pesada. Cigarro vicia e começa com a letra c. Depois, lembrei das drogas pesadas: cocaína, crack e maconha. Vale lembrar que maconha é apenas o apelido da cannabis sativa que também começa com cê.

Entre as bebidas super populares há a cachaça, a cerveja e o café. Os gaúchos até abrem mão do vício matinal do café mas não deixam de tomar seu chimarrão que também – adivinha – começa com a letra c.
Refletindo sobre este padrão, cheguei à resposta da questão que por anos atormentou minha vida: por que a Coca-Cola vicia e a Pepsi não? Tendo fórmulas e sabores praticamente idênticos, deveria haver alguma explicação para este fenômeno. Naquele dia, meu insight finalmente revelara a resposta. É que a Coca tem dois cês no nome enquanto a Pepsi não tem nenhum.

Impressionante, hein?

E o  computador e o  chocolate?   Estes dispensam comentários.  Os vícios alimentares conhecemos aos montes, principalmente daqueles alimentos carregados com sal e açúcar. Sal é cloreto de sódio. E o açúcar que vicia é aquele extraído da cana.

Algumas músicas também causam dependência. Recentemente, testemunhei a popularização de uma droga musical chamada “créeeeeeu”. Ficou todo o mundo viciadinho, principalmente quando o ritmo atingia a velocidade… cinco.

Nesta altura, você pode estar pensando: sexo vicia e não começa com a letra C. Pois você está redondamente enganado. Sexo não tem esta qualidade porque denota simplesmente a conformação orgânica que permite distinguir o homem da mulher. O que vicia é o “ato sexual”, e este é denominado coito.

Pois é. Coincidências ou não, tudo que vicia começa com cê. Mas atenção: nem tudo que começa com cê vicia. Se fosse assim, estaríamos salvos pois a humanidade seria viciada em Cultura

Luiz Fernando Veríssimo

E aí... se arrependeu? 

Via: 30 e poucos anos

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segunda-feira, 25 de junho de 2012

Cachorro bipolar


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sexta-feira, 22 de junho de 2012

UFC 147 - BH - e aí?

Confesso meu preconceito ao fato de vibrar por ver dois caras se engalfinharem até um arrebentar o outro ou na melhor das hipóteses um arregar antes ou o juiz acabar com a luta. Pra mim, soa um pouco esquisito e incomoda. Tenho a sensação de enxugador de gelo, pois pedimos tanto uma coisa, mas vibramos quando tal coisa está sendo praticada. Ainda que seja um esporte, e esporte esse muito rentável e respeitado no mundo todo, a alegria de assistir a uma sessão de espancamento ainda não surtiu efeito em mim.

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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Lembranças...

Dizem 13 é o número do Galo. 13 anos tinha quando o amor pelo maior de Minas e do Brasil viveu seu auge e do topo nunca mais saiu. Pouco entendia de tática de futebol (até hoje não sei porra nenhuma), mas nascia no time celeste um garoto dentuço de apenas 16 anos, em pleno La Bombonera (anteriormente local "non grato" a todos os brasileiros), até que lá chegou o Cruzeiro. Tal garoto tinha o nome de Ronaldo.

Dida (em grande fase), Paulo Roberto, Nonato, Cleisson (com a 10! Fim do mundo já em 1994), Roberto Gaúcho, Luís Fernando, entre outros. Este era o La Bestia Negra do início da década de 90 num jogo espetacular pela Libertadores contra o Boca e que terminou com vitória celeste, onde vocês poderão notar no vídeo abaixo a moral que o narrador dá a Ronaldo e também sua completa má vontade em narrar os gols azuis. Coisas que aconteciam, mas que infelizmente não acontecem mais. 

O futebol era tão bonito e feliz e não sabíamos!


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quinta-feira, 14 de junho de 2012

O atleticano religioso

Clique na imagem para melhor visualização

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quarta-feira, 6 de junho de 2012

4:20

 
Desenho feito por um aluno, onde segundo ele retrata um caminhão carregando uma moto. Detalhe para o 4:20 na parte inferior do veículo.  

Num mundo cada vez mais visual do que verbal, certos símbolos, siglas e abreviações chamam a atenção de todos. Muito difundido nos últimos anos e já presente em muros, tatuagens e figurinha carimbada em carteiras e banheiros de escolas está o 4:20. Mas afinal, o que significa o 4:20? 

420, 4:20 ou 4/20 refere-se ao consumo de maconha e, por extensão, uma forma de identificar-se com a subcultura canábica. A data 20 de abril é às vezes citada como "Weed Day" or "Pot Day" (Dia da Erva, Dia da Maconha). A crença mais popular no momento é que o termo teria sido inventado por um grupo de adolescentes da San Rafael High School em San Rafael, California, Estados Unidos em 1971.[Os adolescentes iriam encontrar às 4:20pm para fumar maconha fora da escola.
Fonte: Wikipedia

Até aí nenhuma novidade, pois os apreciadores da erva não escondem o símbolo de nínguem e lutam ferozmente pela sua liberação. O que chamou minha atenção é que mais e mais crianças são conhecedoras do 4:20 e de diversos outros símbolos e/ou gírias muitas vezes sem nem saber o que significa. Tais coisas escondem mensagens, códigos, avisos e recados que a mente de um pequenino não pode decodificar.

Como educador presencio nas escolas uma familiaridade muito grande de alguns alunos com isso. Pode ser convívio em casa, amigos, mídia e etc, mas a preocupação é grande, pois a propaganda ao redor disso é muito grande e os perigos são eminentes. Não quero com este post fazer juízo de valor se é legal ou não tudo isso. Só deixo aqui o tema aberto à discussão. Pode uma simbologia moldar o comportamento de uma pessoa? Fica aí a pergunta...

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