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quinta-feira, 28 de julho de 2011

O futebol dá sinais de vida

Já vinha desistindo mesmo do futebol. Era desânimo atrás de desânimo. Do que valia aquele jogo que as cartas já estão marcadas. Não nos resultados, pois ainda nos sobram graças a Deus atletas com culhões, mas nos bastidores a dinheirama rola solta e o nosso ninguém entrega. Para nós somente chega a conta de um estádio que nem existe ou de um tijolo que no final custará R$ 96,00. Aquela noite parecia o fim. Meu time já perdia mais uma vez jogando um futebol pifío e retranqueiro, fugindo totalmente de suas origens. Quando apanhei o par de chuteiras para aí sim pendurá-las de vez, ouço uma vinheta global a me chamar para a última tentativa, o último suspiro, o último sangue de torcedor que insistia em resistir naquele coração cansado de sofrer com essa droga do bem chamada futebol. E não é que deu certo. Os deuses do futebol fizeram sua parte e salvaram a vida de muitos e muitos amantes do futebol ainda vivos por esse mundo de meu Deus. Foram nove tentos anotados, sem contar com uma magia que pairava no ar de um terreno que antes já foi do Rei e que agora figuram estranhos sujeitos de cabelos esquisitos e outros dentuços. Ainda bem, pensei que tudo tinha se acabado. Por em quando só dei meia-volta, ainda com uma pulga atrás da orelha, no máximo já ganharam um voto de confiança. Tomara possamos ver isso de novo. O velho Garrincha deve ter brindado um ardente copo de cana-de-açúcar com algum amigo de fé esteja ele onde estiver. Viva a pré-ressureição do futebol.

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sexta-feira, 15 de julho de 2011

Isto é uma guerra

Nos tempos de colégio me fascinava e ainda fascina estudar sobre as diversas guerras que tivemos no decorrer da história da humanidade. As duas maiores nomeadas como 1a e 2a detonaram países, mataram milhões e inauguraram um perigoso e terrível mercado nuclear. Hoje temido em todo o mundo.

Atualmente temos guerras isoladas, por brigas de território, crenças religiosas, etc. Uma "guerra" que passa desapercebida diante dos nossos olhos é a nossa "guerra" diária pela sobrevivência. Uma guerra que nos leva o pouco dinheiro, a saúde debilitada e até mesmo pode custar nossas vidas.

O ciclo funciona da seguinte forma: você estuda com muita dificuldade, se forma pagando a faculdade aos trancos e barrancos e o tão almejado emprego é conquistado. A vida começa a melhorar. Na outra ponta há aquele que a sorte e/ou competência não bateu a sua porta. Não quis ou não teve chance de ter uma instrução decente, não consegue sequer arrumar bicos "meia-boca" para suprir sua sobrevivência e a dos que o cerca. Sendo assim o mundo do crime aparece como um caminho a seguir. Está assim formado os dois pelotões desta guerra.

Dito isso estamos sobre "guerra". A guerra dos que se protejem, contra os que atacam. Uma guerra covarde, pois o primeiro lado nunca sabe quando, onde e como o outro vai atacar. Somado a isso o detalhe que o segundo tem um arsenal bem maior que o primeiro. Seu exército é bem mais preparado e a sua organização é algo que salta aos olhos. Não há como vencê-los. O primeiro conta com um pseudo-apoio de um pelotão chamado Polícia, mas este às vezes se mostra desprovido de eficácia de ajudar. Em alguns momentos coopera até com o pelotão dos que atacam. Uma notória troca de papéis.

Então prepare-se. Você faz parte disso tudo. É um soldado na missão de proteger você e seus entes queridos. Esteja em seu posto. O inimigo pode estar mais perto do que pensa. Isto é uma guerra!

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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Coitado do Waldemar!

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sábado, 9 de julho de 2011

Até quando?

Você que tira um pouquinho que seja do seu tempo diário para ler, ouvir e/ou assistir a um jornal deve ficar se perguntando: estão requentando notícia velha ou aconteceu de novo? Na maioria das vezes a segunda opção é a correta. No Brasil as coisas vão acontecendo na frente de nossos olhos sem que façamos nada. Tudo se repete dia-a-dia e ninguém se mexe. Quando este alguém (Justiça), se mexe, na maioria das vezes é com penas brandas e patriarcais, dando a entender que o erro cometido não é, nem foi tão grave assim, dando ao infrator a chance de recomeçar de onde parou. Refazer a maldade. Roubar de novo. Matar de novo. E a assim a sina continua, o ciclo nunca pára e a gente vai ficando por aqui, sem entender e pensando que as notícias dos jornais são como novelas que vão e vem sempre com a mesma história. Até quando?

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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Os males da modernização do futebol

Quando criança o que mais me fascinava em um jogo de futebol era ver a torcida lotando o Mineirão com mais de 100 MIL PESSOAS e apoiando o time com todo afinco e emoção. Todos se ajeitavam em seu lugarzinho e nada de mais grave acontecia. O estádio chegava literalmente a tremer, coisa assustadora para um medroso menino como eu que via toda aquela multidão com grande enstusiasmo. Os jogadores soavam em campo e a torcida idem. Era um sentimento impressionante.

Naquele tempo quase todos os torcedores traziam consigo um radinho de pilha, indispensável para acompanhar o jogo com mais riqueza de detalhes. Era raro assistir um jogo em casa pela TV. Somente eram transmitidos as finais e/ou jogos mais decisivos, PPV era coisa impensável naquela época. Alberto Rodrigues e Willy Gonser da Rádio Itatiaia de Minas Gerais eram ídolos de cruzeirenses e atleticanos, mais até do que muitos jogadores. O rádio trazia o torcedor para o campo de jogo, mesmo que este estivesse a km e km de distância.

Hoje os estádios encolheram. Onde já presenciei 132 mil pessoas há um amontoado de concreto que dizem caberá na Copa do Mundo somente 70 mil pessoas acomodamente sentadas e com lugares numerados, como se robôs fossem. Levantar não, pular nem pensar, sentar no lugar do outro NECA! O futebol de hoje é muito CERTINHO, muito (DES) ORGANIZADO. A emoção das torcidas morre a cada dia. Além dos altos preços de ingressos, os horários e a comodidade de assistir em casa esvazia dia-a-dia os campos.

Ir ao estádio hoje já não é mais necessário. Ter um radinho a mão para acompanhar as partidas tampouco. Com o PPV da TV paga você pode acompanhar todas as partidas no conforto da sua casa, com a cervejinha gelada e o tira-gosto a mão. E a emoção onde fica? E o seu grito de apoio ao seu time? Tudo isso ficou no passado. A modernização dos estádios e a tecnologia da informação mataram a emoção verdadeira e espontânea. 

Atualmente ser torcedor é ter TV de plasma para assistir o futebol e um sofá bem confortável para "vibrar" pelo seu time. Lamentável, mas é o presente que o mundo moderno reservou ao arcaico e emocionante jogo de futebol.

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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Montillo: a alegria do argentino voltou

Ele chegou cercado de desconfiança. Tanto por parte da torcida, quanto dele mesmo. Um país diferente, um futebol diferente, um clima diferente, uma língua diferente e muitas outras coisas. Já na estréia contra o São Paulo no Morumbi o cara arrasou e não parou mais de fazer boas partidas. Nesse ano começou com o freio de mão puxado, soltou na Libertadores e após a eliminação se abalou como todo time e parou de jogar. Com a chegada do novo técnico, Montillo voltou a sorrir e hoje é um sujeito muito mais alegre, tanto que deixou de comemorar com o já tradicional "cavalinho" e agora anda atacando de Axé (pegou pesado hein Hermano...). O português melhorou e o argentino não pára de sorrir e brincar atualmente.

Superação o cara já mostrou que tem de sobra, pois há meses atrás seu filho passou por uma cirurgia delicada e graças a Deus deu tudo certo e o garoto Santín se recupera bem. A cada jogo o argentino mostra que o bom futebol está voltando e suas jogadas em campo dão mostras que estou certo.
 
Avante Montillo!
Avante Cruzeiro!

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