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terça-feira, 19 de abril de 2011

Você acredita na Copa de 2014 no Brasil?

Este post pode ser escrito sem que eu tenha que usar sequer uma afirmativa.

Os estádios ficarão prontos a tempo?
Qual será o estádio da abertura da Copa?
Cadê o estádio de SP?
O estádio de Manaus será usado de que forma após a Copa?
Em Brasília existia futebol para um estádio gigante como se pretende?

Os aeroportos brasileiros terão condições de atender a toda a demanda?
As reformas sairão a tempo?
O deslocamento dos turistas/torcedores será feito de que forma?
Como chegar rápido de um jogo em Porto Alegre para outro em Recife?
A parte hoteleira conseguirá hospedar todos os visitantes?

De onde sairá o dinheiro da Copa?
Será dinheiro público?
Dinheiro privado?
Dinheiro limpo?
Dinheiro sujo?

Ainda quer comentar algo?

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sexta-feira, 15 de abril de 2011

10 regras do futebol de rua

Qual é o amante de futebol que nunca bateu bola na rua? Quebrou a vidraça do vizinho e arrancou o tampão do dedo? Quem não levantar a mão com certeza não é um verdadeiro apreciador da pelota.

Aí vão as 10 principais regras do futebol de rua:

1. A BOLA
A bola pode ser qualquer coisa remotamente esférica. Até uma bola de futebol serve. No desespero, usa-se qualquer coisa que role, como uma pedra, uma lata vazia ou a merendeira do irmão menor.

2. O GOL
O gol pode ser feito com o que estiver à mão: tijolos, paralelepípedos, camisas emboladas, chinelos, os livros da escola e até o seu irmão menor.

3. O CAMPO
O campo pode ser só até o fio da calçada, calçada e rua, rua e a calçada do outro lado e, nos grandes clássicos, o quarteirão inteiro.

4. DURAÇÃO DO JOGO
O jogo normalmente vira 5 e termina 10, pode durar até a mãe do dono da bola chamar ou escurecer. Nos jogos noturnos, até alguém da vizinhança ameaçar chamar a polícia.

5. FORMAÇÃO DOS TIMES
Varia de 3 a 70 jogadores de cada lado. Ruim vai para o gol. Perneta joga na ponta, esquerda ou a direita, dependendo da perna que faltar. De óculos é meia-armador, para evitar os choques. Gordo é beque.

6. O JUIZ
Não tem juiz.

7. AS INTERRUPÇÕES
No futebol de rua, a partida só pode ser paralisada em 3 eventualidades:

a) Se a bola entrar por uma janela. Neste caso os jogadores devem esperar 10 minutos pela devolução voluntária da bola. Se isso não ocorrer, os jogadores devem designar voluntários para bater na porta da casa e solicitar a devolução, primeiro com bons modos e depois com ameaças de depredação.

b) Quando passar na rua qualquer garota gostosa.

c) Quando passarem veículos pesados. De ônibus para cima. Bicicletas e Fusquinhas podem ser chutados junto com a bola e, se entrar, é Gol.

8. AS SUBSTITUIÇÕES
São permitidas substituições nos casos de:

a) Um jogador ser carregado para casa pela orelha para fazer lição.

b) Jogador que arrancou o tampão do dedão do pé. Porém, nestes casos, o mesmo acaba voltando a partida após utilizar aquela água santa da torneira do quintal de alguém.

c) Em caso de atropelamento.

9. AS PENALIDADES
A única falta prevista nas regras do futebol de rua é atirar o adversário dentro do bueiro.

10. A JUSTIÇA ESPORTIVA
Os casos de litígio serão resolvidos na porrada, prevalece os mais fortes e quem pegar uma pedra antes.

Quem não jogou, perdeu um dos melhores momentos da vida.

Dica: Bruno Freitas

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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Uma entrevista que nunca mais se repetirá

O título deste post pode soar um pouco forte, mas com certeza ao ler o texto até o fim e depois de assistir a entrevista em vídeo, você também terá a mesma opinião.

Já se foi o tempo em que os jogadores de futebol eram figuras espontâneas e sinceras. Muitas vezes inocentes, os boleiros entregavam informações confidenciais dos clubes, erravam livremente sobre diversos assuntos pertinentes, participavam de matérias especias para o TV, matérias estas que agradavam e muito seus admiradores. Ver o jogador fazendo algo diferente, num ambiente diferente era algo que instigava o torcedor. Hoje em dia tudo isso acabou.

Hoje, ninguém dá entrevista sem passar por uma boa recomendação de seu assessor de imprensa, empresário, agente ou por aquele diretor de clube "mala". As matérias especiais são hoje proibidas com a "desculpa" esfarrapada de que podem esquentar a rivalidade entre os clubes. Não deixa de ser meia verdade, mas o mundo do futebol anda uma coisa muito chata. Ver programas esportivos é um exercício estressante de mesmice e babaquices.

Um dos muitos antigos e bons exemplos contrários a tudo isso é o atual técnico do Grêmio, Renato Gaúcho. Em 1985, treinando com a Seleção Brasileira na Toca da Raposa, olha só a entrevista que o cara deu no Globo Esporte da época em pleno Dia dos Namorados. Entrevista esta dada nos dias atuais seria tema para os TTs do twitter durante dias e dias. Infelizmente!


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domingo, 3 de abril de 2011

A banana da discórdia

Está ficando coisa corriqueira "torcedores" jogarem bananas nos gramados dos estádios. Qual seria a motivação disto tudo? Tal atitude infelizmente é mais comum na Europa e já foi praticada contra diversos jogadores em sua maioria negros e vindos de países diferentes dos quais atuam.

No último jogo da Seleção Brasileira contra a Escócia um torcedor atirou a fruta aparentemente em direção ao atacante Neymar. A CBF e a imprensa nacional caíram de pau em cima dos torcedores escoceses e suas atitudes. Em seguida houve a informação de que a referida banana havia sido jogada por um torcedor alemão.

Diante de tanta confusão a Escócia agora exige o pedido de desculpas da CBF e de Neymar (que nem chegou a falar sobre o caso). Tanto a entidade máxima do futebol no Brasil quanto o jogador Justificarse negaram a pedir desculpas.

Agora fica a pergunta: estamos diante de um ato racista ou a banana da discórdia não passa de um factóide que insiste em rondar pelo mundo do futebol?

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sábado, 2 de abril de 2011

A difícil e encantável arte de querer ficar só

Tinha quase quatro anos de idade quando ela chegou. Era tudo novidade pra mim. Ganhar uma irmãzinha, perder o posto de número 1 da mamãe e do papai, ver todos paparicarem somente ela me sobrando tão pouco. Com o tempo fui me acostumando com a situação e vendo que aquele pequeno bebê não era uma rival e sim uma aliada, uma amável e querida aliada.

Por volta dos três anos de idade aquela pequena criança foi mudando pouco a pouco. A fala que antes se desenvolvia foi travando e as relações interpessoais foram diminuindo. A melhor companhia para ela começava a se tornar ela mesma.

Com os anos a situação foi se agravando ao ponto de certa vez ela ficar aproximadamente 2 anos sem falar uma palavra sequer. Se retraindo cada vez mais. Na escola não queria mais ir, Chaves e Chapolin na tv era o que importava para ela.

Os anos se passaram e esta fase ia e voltava. Uma hora estava alegre e falante, outra retraída e calada. De mal com o mundo e com todos a sua volta.

Hoje, quase 27 anos se passaram e aquela pequena criança ainda continua criança. Ela é a nossa menina e sempre será. Pode estar calada, no cantinho, não gostar do aconchego familiar, mas o coração dela está conosco e aposto que o nosso está com ela.

2 de abril: Dia Mundial de Conscientização do Autismo

Tenho uma irmã autista e gostaria que todas as esferas do Governo olhassem com mais carinho para esta causa. O diagnóstico aqui no Brasil é difícil e o tratamento nem se fala. Fica o recado para a presidenta, senadores, deputados, governadores, prefeitos, vereadores e sociedade em geral.

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