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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Uma cachaça como pano de fundo

Subia a escadaria da Matriz de Nossa Senhora da Conceição da minha cidade num sol de inverno que me fez desfazer das duas blusas tão necessitadas nas madrugadas frias quando na porta da igreja uma cena me chamou atenção: um casal namorava tranquilamente sentado à escada tendo como pano de fundo uma garrafa de cachaça. O detalhe era que o casal era formado por duas mulheres e o clima de romance era público e notório. Em tempos de liberdade sexual e conquistas de direitos pelos homossexuais, nada como uma cachaça para esquentar o peito e os corações.

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quarta-feira, 29 de junho de 2011

O gigante voltará

No domingo vi o que muitos consideram a morte de um Gigante. Não foi uma morte, foi apenas uma queda anunciada e prevista, pois o Gigante há muito perambulava por uma ponte sem nenhuma segurança. Aprendi a gostar desse Gigante por causa de um Guerreiro que por lá deu sangue e alma. Depois com uma camisa azul mostrou tanto ou mais garra que pelas terras do tango. O Gigante caiu, mas voltará. Todo Gigante que se preze volta pra derrubar os adversários e mostrar que batalhas são perdidas, mas a guerra nunca. 

FORÇA RIVER!

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quarta-feira, 22 de junho de 2011

Há 25 anos...

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domingo, 19 de junho de 2011

Dizem que todo goleiro é doido ou viado

Esse do futebol do Reino Unido é...

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sexta-feira, 17 de junho de 2011

7 assuntos que você nunca verá ser discutidos nos esportivos da Globo e/ou Sportv


Vamos direto ao ponto sem mais delongas:

1 - Críticas à CBF e consequentemente ao seu "dono" Ricardo Teixeira. (com quem a Globo faz os contratos de transmissão)

2 - Contestação quanto a horários das partidas de futebol no Brasil. (claro a Globo é que decide todos os horários)

3 - Celeuma quanto à dissolução do Clube dos 13. (quem queria promover novos contratos com outras emissoras?)

4 - Adequação do Calendário Brasileiro ao Europeu. (como ficaria a grade da emissora se tal mudança fosse feita?)

5 - Imagens de falhas de arbitragem de Arnaldo Cezar Coelho, Renato Marsiglia, José Roberto Whrigt e Márcio Rezende de Freitas. (todos são comentaristas de arbitragem da emissora)

6 - Discussão quanto aos elefantes brancos que serão criados para a Copa do Mundo de 2014. (a Globo é a emissora brasileira oficial da Copa e uma das maiores interessadas na realização do evento)

7 - Explicação plausível e aceitável do por que quase todos os domingos temos jogos de Flamengo e/ou Corinthians transmitidos para todo o Brasil. (os outros torcedores que se fodam)

Quem se lembrar de mais asssuntos pode acrescentar sem dó nos comentários.

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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Homenagem do Alex Talento ao 61 anos do Maracanã

Hoje, 16 de junho de 2011, o Maracanã completa 61 anos. Infelizmente sou obrigado a dizer que aquele monte de concreto é hoje um estádio falecido, um estádio que não mais existe. Dará lugar a um novo estádio que em nada terá a ver com o romantismo outrora visto nestas seis décadas. Lamentável ver nossos dirigentes se deixarem levar por tudo que diz a dona Fifa fazendo assim que um símbolo do futebol brasileiro se vá de forma estúpida e gananciosa.

Prestando uma homenagem aos 61 anos do "falecido" Maraca, mostro uma obra prima pintada pelo "Talento Azul" Alex em 2003. São somente 7 segundos e sem áudio em forma de protesto do futebol arte em resposta às mazelas do mundo moderno.

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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Como resolver o problema dos pais fanáticos por futebol

Acabou aquela história desagradável de você torcer para um time e o piralho do seu filho resolver torcer para o outro. Quem sofre disso sabe como é ruim o seu pimpolho usar a odiável camisa do rival na sua própria casa e ainda o zoar sem que você possa lhe dar "tapas" sem culpa. O aplicativo BandSports Parental Control do canal por assinatura BandSports revolve este problema rapidinho. Basta instalar e pronto. Não há como o seu filho mudar de lado e matar você de vergonha.

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terça-feira, 14 de junho de 2011

O futebol ainda não morreu...

Esqueçam os ingressos de R$ 300,00. Nada de camarotes com globais ou patrocínio de cervejarias. Nem pensar em frescuras só encontradas em jogos de tênis. Muito menos da dona Fifa enchendo o saco querendo lhe ensinar a torcer. Depois de pensar que o futebol e seus torcedores haviam morrido, o grito da torcida do Sport Recife nos mostra que não. O futebol e consequentemente o nosso amor por ele ainda estão vivos nos corações calejados de sofrimento e devoção.

Viva o futebol!

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sexta-feira, 10 de junho de 2011

O dia em que o Cruzeiro entrou em campo derrotado e saiu como campeão do Brasil

Meu falecido pai que Deus o tenha estava bem pessimista com este jogo. Logo ele, cruzeirense doente, que não se deixava abater por qualquer tropeço azul e que gozava os rivais com toda vontade. A desconfiança vinda do meu pai não era atoa. O Cruzeiro empatará o primeiro jogo contra o Palmeiras em pleno Mineirão e tinha que vencer em São Paulo para conquistar a Copa do Brasil de 1996.

Você pode pensar assim: "vencer o Palmeiras em São Paulo não deve ser difícil". O que acontece é naquele ano o Palmeiras era disparado o melhor time do país. Tinha o melhor técnico, Vanderley Luxemburgo, o melhor elenco, com estrelas como Djalminha, Rivaldo, Luizão, Clébão, Junior, Cesar Sampaio, Muller, entre outros. Consequentemente era o time mais badalado. As redes de TV transmitiam até o treino do Palestra. Quando da final da Copa do Brasil, os comentaristas não fizeram rodeio para opinar sobre o favorito: Palmeiras é claro.

Das Minas Gerais vinha um humilde, mas raçudo Cruzeiro, comendo pelas beiradas e bem treinadinho pelo ótimo Levir Culpi. Falam que todo bom time começa por um bom goleiro e o Cruzeiro não tinha esse bom goleiro, mas sim o ÓTIMO, ESPETACULAR, MURALHA AZUL - DIDA. A defesa era comandada pelo experiente capitão Nonato, o meio tinha a categoria de Palhinha e o ataque era formado por Roberto Gaúcho e pelo "Flecha Azul" Marcelo Ramos.

O jogo começou a todo vapor com o Palmeiras pressionando e o Cruzeiro se defendendo como podia. Dida se virava e os chutões eram a melhor saída. Não demorou muito para o Palmeiras abrir o placar através de Luizão. O Cruzeiro custou a se acertar em campo e depois de várias tentativas frustradas do Palmeiras, o time azul empatou através de Roberto Gaúcho em falha espetacular de Amaral (queridinho do Brasil, jogador de Seleção e um dos boleiros mais feios que já se teve notícia).

No segundo tempo o jogo foi mais pau a pau. O Palmeiras criou o lance que culminou com uma das maiores defesas que vi Dida fazer com a camisa do Cruzeiro. Quando Dida não defendia ainda existia um pezinho salvador para salvar a bola das redes. O alviverde paulista já ficava nervoso, pois o gol não saia e num contra-ataque Palhinha quase marcou por cobertura. O lance fatal saiu por volta dos 35 minutos. Roberto Gaúcho caiu pela esquerda como ponta que era e num despretensioso cruzamento não segurado por Veloso, Marcelo Ramos aproveitou e mandou a bola pro fundo do gol. Notou-se um silêncio inacreditável por todo estádio, principalmente nas cabines de imprensa. Jornalistas não conseguiam explicar o que estava acontecendo. Todos ficaram perplexos, menos os cruzeirenses.

Meu pai e eu já não nos aguentávamos de tanto comemorar. Antes a desconfiança, agora a alegria da vitória. Um time antes desacreditado e humilhado por tudo e todos era CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL DE 1996. Um dos jogos do Cruzeiro que não me sai da memória. A partir deste dia tive a certeza que o futebol é o esporte mais inexplicável do mundo. O imponderável sempre pode acontecer. Sorte que desta vez ele estava do nosso lado.

Time base do Cruzeiro: Dida; Vítor, Gelson Baresi, Célio Lúcio e Nonato; Fabinho, Ricardinho, Cleisson e Palhinha; Marcelo Ramos e Roberto Gaúcho. Técnico: Levir Culpi.

Acompanhe todos os gols do Cruzeiro naquela Copa do Brasil. A imagem não é das melhores, mas o hino do Cruzeiro cantado por Samuel Rosa supre qualquer desconforto.

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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Sou do tempo do kichute

Era o calçado oficial da época. Nos anos 80 a febre dos kichutes estava a todo vapor no Brasil. Servia para ir à escola, ao campo de futebol, no casamento, no batizado, no shopping, no velório, ou seja, em todos os lugares. Era a moda da vez.

Alguns tinham cadarços enormes que precisavam ser amarrados até a canela. Calça-lo em um garoto nos dias de hoje e o mandar para a escola seria como condenar o pobre coitado a ser execrado por seu colegas, sendo assim alvo do termo do momento: o bullying.

Num tempo em que chuteira era um artigo caríssimo, impensável para um garoto de classe média baixa, o kichute era a "bola da vez". Atualmente, alguns estilistas até certo ponto loucos o utilizam em seus desfiles num revival inusitado.

Gostava muito de usá-lo no campo de futebol. Fazendo jus ao nome, o chute saía muito forte. As travas ajudavam com gramado molhado e a resistência do calçado era um ponto forte. O seu baixo custo fazia que logo quando um estragava, no outro dia você já estava com um novinho no pé.

Tempo bom aquele do kichute!

Fonte: Wikipedia

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sábado, 4 de junho de 2011

Torcedor é sinônimo de otário?

Desde quando vi rolando em minha direção um bola de futebol foi paixão à primeira vista. Aquela pelotinha mágica me conquistou e desde então não a largo mais. Depois veio o amor ao Cruzeiro, inspirado no Ailton pai (que Deus o tenha) e na magia que o manto azul celeste produz no ser humano. Só quem é cruzeirense sabe. Mas não estamos aqui pra falar disso e arrumar "brigas" clubísticas. O calo é mais embaixo.

Nas últimas semanas temos visto várias e várias notícias circulando pela imprensa a respeito da crise na Dona FIFA, a Dona da Bola no mundo. Compra de votos na escolla das sedes das Copas de 18 (Rússia) e 22 (Qatar), rede de influências, propinas e tudo que possa haver de necessário para manchar o já machado futebol. Na CBF a coisa não é diferente. O cartola maior Ricardo Teixeira é acusado (ainda sem comprovação) por diversas falcatruas (ainda sem comprovação), que isso fique claro, pois a empresa de processos no Brasil é o nicho do momento. Nos clubes a situação é a mesma: cartolas investigados, fazendo leilão com emissoras de TV, lucrando com negociações de jogadores, etc. Onde fica o torcedor diante de tudo isso?

O torcedor vai à campo, sofre pra conseguir seu ingresso, pega fila, chuva, recebe copinhos de urina pelas costas, pode ser assaltado, ter seu carro levado, pode apanhar da Polícia, mas ainda vai ao estádio. Por que tudo isso? Somos otários por agir assim? Gostamos de sofrer? A resposta é simples: todo torcedor na verdade ama o futebol e se espelha em seu clube de coração para expressar essa paixão. Quando falo torcedor, não me refiro aos babacões que já saem de casa para brigar e caçar confusões, mas sim do torcedor "doente" pelo seu clube. Que canta e pula os 90 minutos de partida e que depois de tudo isso vai para casa na vitória ou na derrota na maior paz.

A cartolada está doidinha para acabar com esse sentimento. O futebol e consequentemente o amor do torcedor por ele não pode nunca morrer. Isso é cíclico, é de pai pra filho. É amor pra vida toda. Respondendo ao título do post: não somos otários, somos apenas bobos que param tudo que estiver fazendo só pra ver 22 marmanjos correndo atrás de uma bola. Só isso.

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quinta-feira, 2 de junho de 2011

Náo sou MACHO suficiente para tomar CACHAÇA

Está provado por A + B: não nasci para tomar cachaça. Não sei se digo felizmente ou infelizmente. Conheço muitos que degustam a "marvada" com maestria. A "bicha" desce igual água. O cara bebe e a fisionomia nem muda, nada muda. Se fosse eu no lugar rapidamente já estaria cambaleando e trocando palavras. Isso se não começasse a "chamar Juca" incessantemente.

Confesso ser um grande admirador e tomador de cerveja. A loirinha desce fácil. Se desse tomaria cerveja todos os dias, quando estou de folga é difícil não fazer outra coisa. Compromisso no fim de semana é caso perdido, o meu compromisso é com os botecos ou com a "cerva" que me espera na geladeira de casa. Da cachaça mantenho uma distância quilometrada. Até o cheiro me deixa tonto.

Na roça a coisa fica pior. Quando foi à Serra Véia, em Ipoema/MG, vejo meus parentes beberem cachaça como se fosse água gelada em um dia de sol escaldante. E eu como fico nessa situação? Se não levo minhas latinhas de cerveja passo mal só de olhar.

Sem medo de represálias homofóbicas posso falar sem medo: "não sou MACHO suficiente para tomar CACHAÇA" e dou valor para quem aguenta a pressão. Muitos não aguentam e vivem caídos pela rua dando vexame aos montes. Isso nunca! Prefiro continuar respeitando o destilado artesanal e bebendo minha cervejinha de leve.

E viva a CERVEJA!

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