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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A triste sina de Adílson Batista

É fato e nenhum cruzeirense pode negar. A desenvoltura e toque de bola refinado do escrete azul são marcas registradas cunhadas pelos 2 anos e meio em que AB ficou na Toca. Foi um tempo de ótimos trabalhos prestados e algumas polêmicas: diversas goleadas no rival, ótimos campeonatos brasileiros, brigas com a imprensa, times mistos, perda de Libertadores em casa, lances inusitados como até mesmo uma voadora numa placa de publicidade em comemoração a um gol do Cruzeiro de virada contra o Santo André, etc. Colocando tudo na balança foi uma passagem muito boa.

Como tudo tem seu fim, Adilson deixou o Cruzeiro. Aí começou sua triste sina. Primeiro uma passagem relâmpago pelo Corinthians, onde encontrará um time na liderança do Brasileiro o deixando com poucas chances de conquistar o título. Saiu com fama de inventor, sendo chamado de "Professor Pardal", apelido trazido da época de Cruzeiro por sempre mudar o time e colocar jogadores em diversas posições.

Agora somente dois meses depois de assumir o Santos, Adilson é demitido com apenas uma derrota e sem contar com os principais jogadores do time. Uma faixa colocada numa padaria em frente a Vila Belmiro e as vaias de meia dúzia de torcedores parecem ter sido o estopim de tudo isso. Lamentável! Mais uma vez os "cartolas" amadores do Brasil se deixam levar pela emoção e interrompem um trabalho que poderia ter bons frutos.

Existirá vida como técnico para AB depois do Cruzeiro?

Será que como existem jogadores de um time só, agora teremos também um técnico de time só?

Triste sina de Adilson Batista.

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sábado, 19 de fevereiro de 2011

A vingança é um prato que se come frio

Quase dois anos depois o algoz se apresenta com pompa e circunstância e ainda recebe os afagos da torcida arco-íris das Minas Gerais. Nada que seja novidade. Só que agora a história foi diferente e ainda podem haver novos capítulos.


Por favor não quero que interpretem o uso da palavra vingança de forma negativa, mas no futebol ela carrega outra conotação. Ela é mais um sentimento de alívio, a cura de uma dor que persistia em não ir embora. Os ouvidos calejados já estavam quase se cansando de tanta babozeira.

Outras vinganças ainda podem estar por vir. Quem sabe um dia o Dortmund esteja novamente em nosso caminho. Aquela foi uma outra história difícil de engolir. O maior dos otimistas diria neste momento que este encontro já tem data marcada. Será no Campeonato Mundial da Fifa de 2012. Basta o time alemão sagrar-se campeão nacional em 2011, disputar a Champions 2011/2012 e vencer. O Cruzeiro por outro lado se tornando Tetracampeão da Libertadores 2012 e seguindo rumo ao Oriente Médio para mais um encontro com os alemães.

Enquanto esperamos a vinda de novas vinganças, vamos curtir esta última, pois não é todo dia que Veron e companhia caem não de quatro, mas de cinco. O olhar dos atletas argentinos após o jogo era um misto de susto e nocaute. Não há nada melhor.

Que venham os próximos desafios!

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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

18 anos atrás...

Era o ano de 1993. 13 anos eu tinha, ele já mais experiente ostentava seus 16 anos e uma dezena de dentes avantajados e desajeitados. O que não tinha nada de desajeitado era a habilidade vinda daquele par de pés. Numa só ginga de corpo, 2, 3, 4 adversários passavam lotados. Que diga Canapis, um pobre zagueiro gringo que jogava no time alvinegro. Outros sofreram com a esperteza daquele garoto. Não foram somente os beques. Rodolfo Rodrigues, então goleiro do Bahia, além de tomar 6 "tapas na cara" do ataque celeste, largou a apetitosa bola a mercê do craque. Aí ficou fácil. Você já deve ter visto este lance. É uma jogada épica. Entrou para a história. Só um predestinado estaria ali a espreita e pronto para marcar.

18 anos depois, aquele menino anunciou a morte de sua carreira como ele mesmo disse. Uma carreira de vitórias, alegrias, derrotas, convulsões, polêmicas e problemas com a balança. Nada disso capaz de apagar o brilho e o sucesso deste garoto, um garoto oriundo do Rio, que estourou nas Minas para apartir daí ganhar todo o mundo.

Aguardando o aparecimento de outros meninos como esse, recorremos aos vídeos antigos para relembrar um passado de glórias de um precoce moleque bom de bola. O Cruzeiro e o futebol agradecem.

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