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segunda-feira, 1 de junho de 2009

Os jogadores de futebol mais mascarados do Brasil

Goleiro: Bruno (Flamengo) - Saiu corrido do Atlético/MG após falar mal de companheiros de equipe e cansar de arrumar confusões em noitadas. No Flamengo já discutiu com Andrade, um dos ídolos do clube e ainda carrega uma marra sem precedentes. Achei o cúmulo do absurdo a Globo fazer uma enquete perguntando se ele merecia seleção. Sem noção!


Lateral-direito: Leonardo Moura (Flamengo) - O cabelo moicano e o jeitinho de correr já entrega a máscara. Tanto fez que perdeu até o futebol.






Zagueiro: Leandro Almeida (Atlético/MG) - A crista de Galo que fez na cabeça é só para agradar a torcida, porque futebol ele não joga há muito tempo.





Zagueiro: Luís Alberto (Fluminense) – Pensa que joga muito. Só pensa porque a zaga do Flu é uma peneira e um dos responsáveis é ele.





Lateral-esquerdo: André Santos (Corinthians) – No jogo contra o Botafogo fez uma belíssima jogada e não tocou para um companheiro na área que estava melhor posicionado. Em entrevista, disse que viu o companheiro e não tocou porque não quis. No mesmo jogo fez uma gracinha com o jogador do Botafogo, olhou para um lado e tocou para o outro. Coisa de jogador mascarado. Acho que já subiu à cabeça.

Volante: Cristian (Corinthians) – Só a atitude que ele teve no clássico contra o São Paulo já ilustra tudo que um jogador marrento pode mostrar.





Meio-campista: Souza (Grêmio) – Um toquinho calcanhar aqui, outra acolá e acha que já merece Seleção. Sonhar ele pode, querer é outra coisa.





Meio-campista: Marcelinho Carioca (Santo André) – Desde seu início no Flamengo, a fama do baixinho não é boa. No Corinthians se achava o dono do time e cansou de arrumar desafetos. Já tentou até ser pagodeiro, sem sucesso. Hoje termina a carreira no Santo André e imagina os “piti” que o “pé de anjo” dá nos vestiários.


Meio-campista: D’ Alessandro (Internacional) – O argentino joga muito, mas é mascarado pra caramba. Dizem que para a imprensa falar com ele tem que marcar até horário. Vocês já viram alguma entrevista dele? Desse jeito Dom Diëgo nunca vai chamá-lo. Se bem que achar algum argentino humilde é bem difícil.

Atacante: Dagoberto (São Paulo) – Carinha de anjo, atos de capetinha. O baixinho Dagoberto está longe de ser um santinho. Note que sempre ele está dando sem bola ou por cima da bola. Depois vira para o juiz e fala que não fez nada... bem marrento!



Atacante: Kleber (Cruzeiro) – O gladiador (apelido dado pela torcida), incorporou mesmo o nome. Toda vez que faz um gol sempre corre para a torcida com o polegar abaixado, sinal que mais um caiu. Para a torcida é bom, mas os adversários odeiam o seu jeito. Sempre está sendo caçado e provocado, mas também está longe de ser inocente. Sempre que dá pra pegar, ele pega na maldade.

Técnico: Emerson Leão (Sem clube) – Para um time de marrentos, um treinador marrento. Leão é o símbolo da soberba e da máscara futebolista. Fracassado na Seleção e há algum tempo sem ganhar nada de importante, vive atualmente somente do nome e da fama do passado.

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