O álcool e os jogadores de futebol
O futebol e o álcool sempre andaram juntos. Quem não é amarrado em assistir uma partidinha de futebol com amigos regada a bastante cerveja e uma carninha queimando no espeto? Todo mundo gosta. Mas só que isso é prática comum e corriqueira por parte dos torcedores. E os jogadores? Podem abusar do álcool e ainda desempenhar um bom papel nos campos?
Acredito que não há exemplo maior no futebol brasileiro do que Garrincha. Apontado por muitos como um dos maiores jogadores do futebol mundial, Mané era afeito a uma noitada com bastante álcool e mulheres. Somente no fim de carreira deu mostras que aquilo estava prejudicando seu rendimento. Nos áureos tempos isso não importa muito. Os marcadores sofriam com seus dribles pela ponta. Os laterais eram considerados “uns Zé, uns João Ninguém”.
Ano passado Adriano (ex-Flamengo e agora Roma/Itália), confidenciou ter um problema com o álcool. Nos tempos de São Paulo chegou a faltar a alguns treinamentos e fazer treinamento em separado. O motivo de tudo aquilo segundo os jornalistas era que o mesmo chegava ao CT sem qualquer condição de treinar ou ser flagrado pelas câmeras de TV. Ainda no ano passado o “Imperador” esteve prestes a largar o futebol por uma profunda depressão.É sabido que após as partidas mais importantes ou em viagens, jogadores fazem seus churrascos, vão a boates e tudo mais. Justo direito que tem, pois todos têm direito a um momento de lazer. Mas eles devem se preocupar com a super exposição e como vão chegar para treinar no dia seguinte. Quando o time está ganhando tudo é aceito, mas quando os resultados não vêm... Dá-lhe “pancada” em quem é visto na noite.














